Lançamento de foguetes marca encerramento de projeto tecmaker no Vieira
Protótipos foram construídos pelos estudantes do 6º ano EF a partir de noções sobre aerodinâmica e força propulsora
O Colégio Antônio Vieira transformou-se, nos últimos dias, em uma verdadeira base de lançamento de foguetes para os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental (EF). Do dia 10 até a última segunda-feira (22), todas as turmas da série puderam comprovar as noções trabalhadas no Tecmaker durante o ano, quanto aos aspectos de aerodinâmica, trajetória e aplicação de forças em Física, a exemplo da força propulsora, que faz o foguete ser lançado. Os projetos do Tecmaker do Vieira partem da cultura “mão na massa” e visam, a partir de atividades interdisciplinares, promover a autonomia e postura inovadora dos estudantes diante do contexto contemporâneo, estimulando a criatividade, o raciocínio lógico, o trabalho colaborativo e o empreendedorismo.
A partir de materiais de baixo custo, inclusive recicláveis, como papel A-4, canos de PVC, garrafas PET, tesoura, cola quente, rolos de fita adesiva e isolante, os estudantes colocaram a “mão na massa” em duas etapas: a primeira, na construção do foguete com papel A-4 e aplicação dos conteúdos de Física, entre outros relacionados; a segunda, na comprovação das leis da Física com o lançamento do protótipo. A atividade segue os conteúdos propostos pela organização Nave à Vela, parceira do Vieira no Tecmaker.
VOANDO ALTO
“Foi muito gratificante presenciar a empolgação dos alunos quando viram o foguete voar, pois, no início dos trabalhos, chegaram a duvidar que uma simples folha de papel poderia voar tão longe ao ser transformada, sem nenhum recurso tecnológico avançado”, conta Augustinéa Cortial, articuladora do TecMaker do Vieira. Ela destaca o empenho também de toda a equipe do “Maker” do Vieira para o sucesso da atividade: o monitor Marco Antonio Leal e os estagiários Maria Clara Marfuz, Vinicius Passos e Pedro Presídio, além do apoio da coordenadora pedagógica da série, professora Mariângela Rosier.
Segundo Augustinéa, os objetivos específicos da atividade foram: incentivar a exploração de diversas questões complexas e reais resultando em investigações profundas e descobertas significativas; promover o desenvolvimento de projetos utilizando métodos e ferramentas de forma organizada que promovam a compreensão, a segmentação e a solução em determinados aspectos; incentivar o trabalho colaborativo, o compartilhamento de ideias e a aprendizagem participativa. Sim, com certeza, uma aprendizagem que também contribuirá para que nossos estudantes possam “voar” cada vez mais alto!
Vamos, então, ver mais registros desse momento?
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