“A Menina da Cabeça Quadrada” empolga crianças também no ensino híbrido
Entrevista com autora Emília Nuñez foi marcada pela criatividade na escola e em casa
A partir de uma história que faz as crianças refletirem sobre o excesso de exposição às telas, o livro “A Menina da Cabeça Quadrada” tem sido um dos destaques do projeto literário, da primeira unidade, desenvolvido pelo Colégio Antônio Vieira para os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental (EF). A culminância das atividades se dá com uma entrevista à autora feita pelos próprios pequenos, especialmente (e muito fofamente!) caracterizados. Encantada com a proposta, a escritora Emília Nuñez, que também já foi aluna do Colégio e é filha de ex-aluno, estimula ainda mais a aprendizagem – este ano marcada pelo ineditismo do ensino híbrido para a série, permitindo novas interações entre as “cabecinhas quadradas” que acompanhavam a entrevista virtual, tanto na escola quanto em casa.
“O encontro com a autora completa uma sequência didática que é organizada visando o desenvolvimento das habilidades específicas previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no campo da educação literária”, explica a coordenadora pedagógica dos 1º e 2º anos EF, professora Adriana Novis. “No decorrer do projeto, as crianças puderam ampliar o envolvimento com a obra de Emília Nuñez em práticas diversificadas de letramento, despertando sentimentos, promovendo associações entre o mundo imaginário e situações que vivem no cotidiano, ampliando a compreensão da realidade, estimulando também a criatividade, a imaginação e o conhecimento de mundo”, completa a professora, ressaltando o quanto a atividade “potencializa a formação de um leitor crítico e reflexivo, reconhecendo a ação transformadora da experiência com a literatura”.
ATO DE AMOR
As professoras da série também ficaram encantadas com o resultado e a interação das crianças no modelo híbrido. “Foi um momento muito especial. Os pequenos leitores estavam com suas criativas e lindas ‘cabeças quadradas’, além das perguntas incríveis construídas por eles. A escritora, muito generosa, ia respondendo às nossas crianças com muita alegria e simpatia. Descobrimos quando Emília começou a escrever, o que a inspirava, os livros que ela gostava de ler quando era criança, entre outras curiosidades”, conta a professora Kaarinny Pedreira. Satisfeita também com as respostas das crianças ao projeto, ela faz um convite para as famílias: “Leiam para seus filhos e filhas. Além de potencializar diversas aprendizagens, é um ato de amor”.
Que tal agora vermos mais registros desse momento tão especial?
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Fotos: Secom/CAV
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