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15.05.26

Espetáculo Mulher Preta, de Sheyla Bastos, estreia em apresentação exclusiva para colaboradores do Vieira na Sala de Arte Sálua Chequer

Peça, que provoca reflexões a partir do cotidiano de mulheres pretas, é promovida pelo Comitê para Educação Étnico-racial do do colégio

Espetáculo Mulher Preta, de Sheyla Bastos, estreia em apresentação exclusiva para colaboradores do Vieira na Sala de Arte Sálua Chequer

O brinquedo Mulher Preta, obra do artista plástico Junior Ornellas, foi a inspiração para que a escritora, roteirista e compositora Sheyla Bastos escrevesse a peça de mesmo nome, que reúne cenas do cotidiano de mulheres pretas em narrativas sobre ancestralidade e potência. “Quando conheci a obra e interagi com ela, percebi o quanto aquele brinquedo despertava reflexões profundas sobre identidade, existência e pertencimento. Foi então que senti vontade de ampliar essa experiência e transformá-la em uma peça teatral”, conta Sheyla. A estreia do espetáculo será nesta sexta-feira (15), às 15h30, em apresentação exclusiva para os colaboradores do Colégio Antônio Vieira, no bairro do Garcia. 

No elenco, além da performance da própria Sheyla e de Junior Ornellas, a atuação de Ana Cristina Gomes, Jaciara Nogueira, Robson Dias e Rosemaire Mota, todos colaboradores do colégio. A montagem da peça faz parte da série de ações promovidas longo do ano pelo Comitê para Educação Étnico-Racial do Vieira que, neste Mês do Trabalhador, “convida a todos os profissionais da instituição a prestigiar o espetáculo artístico teatral com a temática da afrobetização”, como declarou o professor Jacson Paim, coordenador do comitê, que conta com Sheyla e Junior Ornellas entre seus integrantes.  

SOBRE A AUTORA 

A roteirista Sheyla Bastos é também autora de três livros: dois voltados para o público infantil (Espelho, espelho meu: a história de Ana; e, A versão de cada um) e um terceiro para adolescentes (Diário de Zuri). “Ao longo da minha caminhada artística, percebi que minha escrita sempre dialogou com a dramaturgia, a construção de personagens e a narrativa”, conta Sheyla, concluindo: “Minha arte atravessa diferentes linguagens, sempre buscando transformar experiências, sentimentos e reflexões em histórias que possam tocar outras pessoas”, diz, agradecendo o Comitê pelo “olhar cuidadoso e sensível” não apenas para as questões discutidas como para seus integrantes.

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