05.06.18

“Movimento Direitos Humanos” traz rodas de conversa para as turmas do 9º ano EF

Os encontros aconteceram entre os dias 15 e 21 de maio.

“Movimento Direitos Humanos” traz rodas de conversa para as turmas do 9º ano EF

Várias temáticas relacionadas aos estudos dos Direitos Humanos foram trabalhadas no mês de maio com as turmas do 9º ano EF. Os alunos receberam nas salas de aula diversos convidados para uma roda de conversa, entre os dias 15 e 21/05. A iniciativa é mais uma etapa do “Movimento Direitos Humanos”, um projeto transdisciplinar da série, que em 2018 traz o tema “Visibilidade social, um abrir de olhos”.

Uma das mesas redondas teve como temática o “Direito de Ser Pessoa”. O encontro foi palestrado por Admar Junior, coordenador do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Trabalho Escravo do Estado da Bahia, Antônio Nascimento, mestre em Administração, e Ecyla Saluy, mestre em Estudos Étnicos e Africanos. “A maior dificuldade para avançarmos nessa situação é o preconceito que existe e é bem forte. No papel está tudo lindo, mas temos que colocar em prática essa teoria e metodologia para, assim, acabar com o preconceito racial e institucional. É com a leitura e o conhecimento que as pessoas vão construir seu senso crítico”, destaca a guineense e professora da Universidade Federal da Bahia, Ecyla.

Durante as conversas realizadas com as turmas, os palestrantes tiveram importantes momentos de interação com os alunos, abordando os desafios que o Brasil enfrenta para poder garantir mais direitos para os cidadãos em diversas circunstâncias. “Direitos humanos é um vício bom e que amo. Digo sempre com orgulho que amo o que faço. Para mim não existe preço, não existe salário que compense resgatar uma vida”, relatou Admar Junior.

Reflexão e conhecimento

Para a estudante Lygia Chaves, a roda de conversa, além de deixá-la mais motivada para as outras etapas do “Movimento Direitos Humanos”, trouxe a ampliação do repertório de conhecimento. “Quando cada um dos convidados começou a falar a sua atuação para ajudar pessoas que têm seus direitos violados, me despertou a vontade de ajudar a construir um país melhor também”, ressaltou ela. “Esse foi um momento ímpar, em que pudemos trabalhar a importância do ser humano e destacamos o valor do amor ao próximo”, disse a orientadora educacional do 9º ano EF, prof.ª Jerusa Carvalho.

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