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01.10.26

Viagem a Mucugê consolida aprendizagens sobre novos recursos ambientais e econômicos da Chapada

Viagem a Mucugê consolida aprendizagens sobre novos recursos ambientais e econômicos da Chapada

Uma visita à Chapada Diamantina que, se no passado atraía interessados em diamantes e outros minérios, hoje encanta por suas riquezas naturais de valor inestimável, principalmente para estudantes integrados a um projeto de formação integral. Foi assim que uma excursão ao município de Mucugê, a 450 quilômetros de Salvador, promoveu aprendizagens múltiplas, tanto acadêmicas como socioemocionais, para alunos do 8º ano do Ensino Fundamental (EF) do Colégio Antônio Vieira. A viagem pedagógica foi realizada de 31 de agosto a 3 de setembro.

“Proposta está de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), estimulando reflexões sobre os saberes dos componentes curriculares das Linguagens e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis”, como salienta a equipe pedagógica, coordenada pela professora Eliana Fonseca. As famílias dos estudantes apoiaram a proposta pedagógica de imersão na Chapada Diamantina, acompanhando os estudantes até o momento da partida para desejar boa viagem. E como valeu!

Na visita, os estudantes puderam conferir porque atualmente o turismo ecológico e cultural movimenta a economia de Mucugê atraindo centenas de visitantes em busca de trilhas, cachoeiras e experiências singulares típicas da cultura local. Mais do que isso: o município encontrou em uma flor, a Sempre Viva, um pilar de sustentação, em todos os aspectos. A planta endêmica, capaz de manter sua forma e cor por décadas após colhida, passou a ser exportada para a Europa. O Parque das Sempre Viva foi um dos locais visitados pelos estudantes vieirenses.

PATRIMÔNIO TOMBADO

A própria cidade e seu conjunto arquitetônico e paisagístico preservados e tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan), com aproximadamente 300 construções em estilo colonial, é uma atração única. Um fato curioso: um cemitério construído em meio a uma grande epidemia que afetou a região e acabou conhecido como Cemitério Bizantino, embora sua arquitetura não pertença de fato a este estilo. Mas foram mesmo as belezas naturais dos arredores, com grutas e formações rochosas, por onde correm águas cristalinas, que encantaram os estudantes em meio a um verdadeiro oásis no semiárido brasileiro.

Veja mais fotos!

Fotos:Maiara Bulcão – Secom/CAV

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