Metas do Relatório da Unesco são tema de formação docente no Vieira. No Vieirinha, houve treinamento especial para equipe de Artes Visuais
Atividades com professores foram conduzidas pelo doutor em Educação Huberto Herrera

As atualizações sobre as tendências e metas previstas pelo Relatório de Monitoramento Global da Educação de 2026, da União das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foram tema de uma palestra especial para professores, pastoralistas, orientadores educacionais e coordenadores pedagógicos das turmas do Ensino Fundamental à 1ª série do Ensino Médio do Colégio Antônio Vieira.
Para conduzir os trabalhos, o convidado especial foi professor Humberto Herrera, doutor em Educação, com ampla trajetória acadêmica e atuação nas áreas de Filosofia e Pedagogia, além de participação em importantes grupos de pesquisa e instituições nacionais e internacionais. Já no Vieirinha, a formação foi especialmente direcionada ao campo das Artes Visuais, sob a condução do Mestre Cícero Nazaré, ceramista de Maragogipinho.

As ações, realizadas no mês de abril, no dia 14, integraram, respectivamente, as atividades previstas do Programa de Formação Docente e da reunião formativa da coordenação pedagógica (RCP), que se desenvolvem ao longo do ano. No caso do Relatório um dos aspectos tratados foi a orientação da Unesco para que a educação avance em suas metas até 2030. A proposta visa avaliar o progresso da educação em termos de acesso e equidade (2026), qualidade e aprendizagem (2027) e relevância (2028/9).
“Foi uma formação voltada para a reflexão, o aprimoramento pedagógico e a construção de práticas educativas cada vez mais significativas, com momentos de escuta, partilha e aprofundamento, fortalecendo a nossa prática pedagógica e o nosso compromisso com a formação integral dos nossos estudantes”, destacou a Direção Acadêmica.

ARTE E LUDICIDADE
No Vieirinha, as formações visam contribuir com práticas pedagógicas ainda mais assertivas na educação de crianças menores. Mestre Cícero Nazaré, ceramista de Maragogipinho, foi o convidado especial para agregar o momento formativo sobre a possibilidade do barro como instrumento pedagógico, fazendo a equipe literalmente colocar “a mão na massa” para conhecer mais o processo construtivo e criativo. “Ele trouxe a bilha, o boi bilha , a ocarina para exemplificar sobre a diversidade estética e utilitário da cerâmica”, destacou a professora Joelma Serra, mediadora do Departamento.
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